O joão-do-tepui mede 15 cm de comprimento. A espécie é semelhante ao joão-de-cabeça-cinza, mas apresenta o boné ruivo e a linha supra-ocular esbranquiçada.
Ocorre nos tepuis em florestas montanas.
Presente na fronteira com a Venezuela, no Cerro Uei-Tepui e no Pico da Neblina (em Roraima e na fronteira do Amazonas).
O joão-pintado mede 14 cm de comprimento. Lembra a plumagem juvenil do arredio-pálido, mas com asa totalmente ferrugínea e o peito pontilhado.
Ocorre na Amazônia em matas de várzea, matas de transição e matas de terra firme.
Presnte nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.
O joão-escamoso ocorre nos estados do Amapá, Amazonas e Pará
O arredio-oliváceo ocorre nos estado do Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe
O arredio-pálido tem 13,5 centímetros, ao contrário de alguns membros do gênero Cranioleuca , a cauda do arredio-pálido é curta e mais rígida, não servindo para apoiar-se. Tem vértice vermelho e, pardo quando jovem. Suas manifestações sonoras são: chamado: “tzíssik”, “tíssi-sick”; Assobio: “psi-psi-psi… psrrrrr”, repetido continuamente.
Vive nas copas na orla da mata. De asa redonda e mole, levanta vôo apenas em último recurso, dirigindo-se a pouca altura, para a brenha mais próxima.
Ocorre nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal
O arredio ocorre no Rio Grande do Sul
O joão-de-cabeça-cinza é uma ave endêmica do Brasil, ocorrendo nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal
O arredio-de-papo-manchado ocorre no Rio Grande do Sul
O arredio-de-peito-branco ocorre nos estados do Amazonas e Rondônia
O arredio-do-rio é comum nos emaranhados de arbustos e cipós em margens de rios e lagos, em bordas de florestas de galeria e ilhas fluviais. O próprio nome comum revela seu local de preferência e seu comportamento.
Um pouco menor do que o curutié(Certhiaxis cinnamomeus), a princípio pode ser confundido com ele. No entanto, a plumagem do dorso é completamente marrom avermelhada, formando um forte contraste com o ventre claro. A listra superciliar é maior e mais nítida, bem como o bico é claro com uma linha escura superior (é todo negro no curutié).
As atividades constantes das aves dificultam a identificação e, muitas vezes, são primeiro escutadas, antes de serem localizadas. O canto, um dueto entre macho e fêmea, começa com uma risada baixa, acelerada e mais alta no final. É emitido o ano inteiro, sendo de julho a dezembro (período reprodutivo) com enorme freqüência. Enquanto caçam insetos, vão cantando continuamente, às vezes dependurados em cipós, de cabeça para baixo. Habita, exclusivamente, a mata ciliar de rios, corixos e baías, desde abaixo da copa até os arbustos próximos ao chão. Nas matas inundáveis dos corixos e baías, pode aparecer nas laterais da mata e usar arbustos sobre a água, quando a confusão com o curutié é mais provável.
Presente na Amazônia (principalmente ao sul do Rio Amazonas), Piauí, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.